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SÍNDROME DO PÂNICO - tratamento e cura

DEPENDÊNCIA QUÍMICA OU EMOCIONAL?

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O uso e o abuso de substâncias químicas psicoativas provocam a dependência física e emocional. As drogas que inicialmente trazem uma ilusão de prazer, aos poucos, passam a controlar o sistema nervoso central, que induz o indivíduo a compulsão.

Devemos incluir na lista das drogas, os antidepressivos e ansiolíticos que consumidos sem rígido controle, trazem a dependência.


O corpo físico perde sua ação natural na liberação dos neurotransmissores do prazer, passando a depender da interferência produzida pela droga.  Os sintomas de abstinência e a fissura resultam no efeito rebote, um martírio ao usuário que, cada vez mais, dependerá de seu consumo.  

Dizem alguns especialistas que há uma predisposição genética para a dependência, porém não há diagnóstico capaz de identificá-la. A ciência tenta comprovar que há um desequilíbrio químico em algumas pessoas, que pode ser controlado pela ingestão de certas drogas. Segundo a teoria, não há serotonina, norepinefrina ou dopamina em níveis suficientes nas sinapses do cérebro dos dependentes.

Irving Kirsch, professor, diretor associado do programa de estudos de placebos da Harvard Medical School e autor do livro "As novas drogas do Imperador: Explodindo o Mito Antidepressivo", explica que, em pesquisa, pessoas saudáveis, quando reduzidos seus níveis de serotonina, não apresentaram mudanças de humor.  

Existe no cérebro uma área responsável pela sensação de prazer denominada sistema de recompensa, no sistema límbico, que impele o organismo a repetir a experiência do estímulo que lhe causa prazer.

O sistema límbico é uma parte primitiva do cérebro, presente em todos os mamíferos, responsável pelas emoções e as sensações de dor e prazer. O animal reage ao ambiente conforme o estímulo. Ao sentir dor cria a repulsa e quando sente prazer, o sistema de recompensa é acionado.

A nível energético, as sensações de dor e prazer provocam emoções que se corporificam na aura. Adensadas, formam um campo de energia particular que atua decisivamente como gatilho a impulsionar o uso da droga, para embotar o sofrimento emocional e reativar o bem-estar.

Com o tempo, o vicio se instala, não há mais prazer, mas apenas a constatação de uma necessidade fisiológica e parafisiologica da droga, num processo de realimentação e suporte  daquele padrão energético desequilibrado que passa a dominar o ser.

É um ciclo vicioso no qual o usuário se vê preso na energia que o envolve. Os fluidos emanados pelo fumo, álcool, maconha, cocaína e tantas outras drogas psicoativas lícitas ou não, vão deteriorando não apenas os circuitos cerebrais como também os corpos sutis.

Mas, o que leva um espírito a dependência química?

Cada um de nós tem sua maneira própria de lidar com o sofrimento. Hoje em dia, tem se buscado o alívio a todo custo. Perdeu-se o entendimento de que existem dois lados opostos e complementares que nos ensinam e nos tornam Um. O mal-estar emocional, a frustração, as oscilações de humor, fazem parte de nosso ser. Devemos aprender a sentir e crescer não apenas no prazer, mas também na dor.

Qualquer deslize emocional passou a ser catalogado como transtorno a ser aniquilado. Assim como as doenças do corpo, o sofrimento emocional passou a ser tratado apenas em sua sintomatologia.

São vários fatores que motivam pessoas a buscar solução de seus problemas nas drogas.  No caso de uma predisposição para solucionar o sofrimento através do seu uso, há a possibilidade de uma tendência trazida de vidas passadas.  

Distúrbios psíquicos e emocionais sempre são uma somatória de traumas vividos pelo espírito nesta e em outras vidas, que formam um padrão de comportamento. Há uma memória emocional e mental que o espírito e seus corpos sutis carregam e em situações parecidas com as quais já vivenciou, esse mecanismo é ativado, repetindo o mesmo padrão.  Quem foi viciado em drogas em outra vida, terá mais dificuldade de não se envolver novamente com a dependência quando defrontado com um problema. Ao reencarnar, o espírito trará impresso em seus corpos sutis e físico a sua fragilidade em relação às drogas.

Porém, jamais devemos generalizar. Cada caso exige sua avaliação particular.

O espírito que utiliza drogas tem ao seu redor vampiros espirituais, que aproveitam a emanação fluídica sugando-as para si. Portanto, influenciarão negativamente em qualquer empreitada no sentido de abandonar o vicio. Estarão desestimulando a mudança, enfraquecendo a vontade do dependente químico.

Por isso, é essencial que o tratamento seja integral. Deve ser levado em consideração tanto os fatores físicos e psicológicos, quanto os fatores energéticos e espirituais.

Certa vez, um cliente chegou ao meu consultório com sua história de vida e suas preocupações. Em seu primeiro relato, contou-me sobre a dificuldade de convivência familiar. Uma vida conflituosa com os pais. Sentia-se abandonado e apesar de já passado dos trinta anos, tinha uma fisionomia infantil.

Pude perceber sua frágil constituição física e emocional. Havia muito mais informações em sua expressão que em suas palavras. Dependente químico, trazia em seu campo áurico pensamentos e sentimentos de carência. Tinha também, naquele momento um teor mediúnico desfavorável, que o deixava acessível às influências espirituais obsessivas.

Em suas sessões psicoterápicas, à medida que avançávamos, era notória a  constituição energética negativa que o impedia de sair daquele padrão comportamental. Quando chegamos ao ponto de, junto ao psiquiatra, retirar seus medicamentos, houve uma recidiva, bastante comum.  A resistência para a mudança, para deixar a “bengala” e começar andar com as próprias pernas.

Deixou de vir ao meu consultório e alegou que tinha muitas dúvidas... Após um período de seis meses, retomei meu contato com ele. Abandonou a medicação e está se sentindo melhor. Porém, sei que o medo lhe afugentou do tratamento naquela fase e eu não poderia acolhê-lo. Afinal eu fui considerada como corresponsável por trazer à tona uma situação embaraçosa com a qual ele não sabia lidar, a responsabilidade de enfrentar o sofrimento sem subterfúgios.

Precisamos repensar em soluções mais amplas e definitivas para os conflitos de nossa alma. Não há como fugir por tempo indeterminado, porque todo o caminho sempre levará ao enfrentamento. Podemos adiar para amanhã ou para outra vida,  mas enquanto não caminharmos pela estrada interior do autoconhecimento, que faz despertar a consciência na prática diária do convívio com as adversidades, continuaremos dependentes emocionais.

Todos nós estamos neste processo de aprendizado, esbarrando diariamente em nossos apegos e vícios, no labirinto das emoções no qual ainda nos encontramos e a dependência química é um dos piores “remédios” para os transtornos da alma.

Se você está envolvido em um drama de dependência química em sua vida, saiba que o primeiro passo para a cura é compreender que o dependente é vitima de seu medo, de seu comodismo, de sua memória emocional e mental. Como em qualquer outro desequilíbrio, é necessário assumir a responsabilidade de seu estado atual e estar disposto a desconstruir o seu aprendizado para abrir espaço a um novo jeito de viver.

Seja Amor!

Nadya Prado

Técnica em Naturopatia / Terapeuta Transpessoal


Para informações,valores e agendamento de consulta envie e-mail para: nadyaprado@uol.com.br

Acompanhe o trabalho de Nadya, curtindo sua página http://www.facebook.com/nadya.r.s.prado


Comentários

  1. Me tornei alcoólatra devido a fobia social,mesmo detestando bebida de álcool.

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