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sexta-feira, 27 de novembro de 2020

OS 10 MANDAMENTOS DO MÉDIUM











  1. Incorpore a si mesmo, antes de incorporar outros espíritos, entrando em contato com seu mundo interior, praticando o autoamor.
  2. Não se entregue ao medo que o colocará submisso às emanações fluídicas de baixo teor, busque sempre a energia da compaixão.
  3. Sua energia deve predominar amorosamente quando sentir a aproximação de um espírito sofredor, para que não seja intoxicado pelas negatividades que ele traz.
  4. Esteja atento aos seus pensamentos e sentimentos, perceba quando seu humor começa a mudar.
  5. Em ambientes desfavoráveis, como aglomerados de pessoas e hospitais, proteja-se energeticamente.
  6. Evite discussões e fofocas, mantenha-se em sintonia elevada e prefira se calar.
  7. Cuide-se contra os vampiros energéticos encarnados que sugam sua energia. 
  8. Orai e vigiai, conectando-se  com os benfeitores espirituais e a Deus.
  9. Faça limpeza e harmonização energética, no mínimo 01 x semana.
  10. Conheça-te a ti mesmo. Busque autoconhecimento e transformação interior e cultive o desapego de dogmas e crenças limitantes



sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Médium e Empata, chega de sofrer com a energia dos outros!!!!



Você é médium, empata?
Chega de sofrer com a energia dos outros!!!!!



ORIENTAÇÃO E TERAPIA TRANSPESSOAL PARA MÉDIUNS E EMPATAS
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nadyarsprado@gmail.com
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sábado, 10 de junho de 2017

Transtornos Mediúnicos e Tratamentos



Muitas pessoas me procuram para saber como lidar com a mediunidade e com os dustúrbios que ela produz quando está desequilibrada. Buscam ajuda e esclarecimento.

Depressão, transtorno bipolar, síndrome do pânico, enfermidades crônicas e outros sintomas que se relacionam à mediunidade, às vidas passadas e à sintonia vibratória do espírito, podem ser curados quando tratados da forma correta e integral.

Os transtornos psicológicos, assim como todas as desarmonias do ser, ultrapassam as barreiras do conhecimento científico convencional e tendem a ser desprezados em sua essência, porque não são compreendidos. Precisamos estar mais atentos às raizes de nossas desarmonias, com um olhar mais consciente sobre nossa natureza terrena e espiritual.

O espírito ao reencarnar traz em seu corpo astral, o padrão energético adquirido em vivências passadas, que influencia na formação de seus corpo físico e em seu modo de pensar e agir, determinando suas características e particularidades.

As predisposições mediúnicas dependerão da organização que houver entre seus corpos físico, energético e astral e ecoarão conforme o padrão vibratório do espírito, que sintonizará com situações e energias simpáticas à sua.

Na vida atual, a mediunidade pode também adquirir aspectos diferenciados, concomitantemente às situações traumáticas e processos obsessivos, que desencadeiam a descompensação vibratória dos corpos dimensionais e também o rasgo da tela fluídica que nos protege das invasões energéticas. Este tipo de interação mediúnica, chamamos de fundo mediúnico. Quando tratado o desequilíbrio, os sintomas mediúnicos cessam.


Outra categoria mediúnica, é aquela que se desenvolve naturalmente, nos espíritos que se dedicam a solidariedade e a transformação interior, dilatando a percepção espiritual à medida que evoluem.

Entretanto é na mediunidade expiatória, chamada também como mediunidade de prova, que o espírito tem a oportunidade de resgatar seus débitos passados e expurgar as máculas que carrega em seu corpo astral. Compreendendo e amadurecendo o seu dom que irá lhe servir como ferramenta a favor de si e do próximo.

A sintonia com outros espíritos se faz através dos pensamentos, sentimentos e atitudes. Captam-se pelos chacras, emanações energéticas do ambiente e dos espíritos encarnados e desencarnados.

Na mediunidade de prova e no fundo mediúnico, o corpo energético é muito aberto e suscetível às influências externas e quase sempre, o médium não tem consciência de como lidar com a situação.Torna-se um joguete das emanações fluídicas circundantes e desenvolvendo uma série de desequilíbrios físicos e psicológicos.

A falta de domínio sobre si mesmo e a relação entre mediunidade e saúde, coloca o médium sob a tortura de obsessores espirituais, de energias deletérias e pesadas. Imerso  numa sintonia negativa, ele não encontra forças para escapar dessa situação.

A aproximação de um espírito desencarnado causa ao médium uma série de sintomas, que facilmente são confundidos com problemas físicos e principalmente com transtornos psicológicos. Isto porque há um choque na aura, que provoca a liberação de hormônios como a adrenalina e noradrenalina, produzindo uma série de sintomas desagradáveis.

No caso do médium de prova, que possui uma mediunidade ostensiva, há uma disposição peculiar dos corpos físico, energético e perispiritual que desencadeiam a síndrome, sempre que ocorre o envolvimento espiritual.
O médium terá que tomar as rédeas de sua mediunidade pela educação e desenvolvimento.

O desenvolvimento mediúnico se faz através da observação de si mesmo e do ambiente; do treinamento da autopercepção e da sensibilidade para distinguir a própria energia de outras energias circundantes e da transformação interior que altera o padrão vibratório e o sintoniza com as esferas superiores, tornando a mediunidade produtiva.

Pela observação de si mesmo, pode-se perceber as próprias emoções, os conflitos internos, a responsabilidade sobre sua situação atual. Tomar posse e consciência de si, comunicar-se com seus sentimentos e com seu corpo, vivenciar o seu próprio ser.

A terapia transpessoal, unindo psicoterapia  e práticas transpessoais, atua  em todo o organismo que compõem o ser integral. Tratando os corpos físico, energético, emocional, mental e espiritual. 
Mudando os padrões automáticos e repetitivos comportamentais, tanto emocional quanto mental.




Para mais informações sobre a terapia transpessoal, escreva para nadyaprado@uol.com.br

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Será que sou Médium?


A mediunidade está presente em todas as pessoas. Certamente a grande maioria não sabe que é médium e também nem imagina como perceber os sentidos que lhe são sutis.

Presas à matéria e aos cinco sentidos, as pessoas vivem de maneira automática e se entregam à cultura de uma sociedade consumista e ansiosa. Submetidos à ilusão dos pensamentos e desejos que geram o afastamento do momento presente e de si mesmo.

Toda nova perspectiva exige uma libertação do ser e tem como premissa o não julgamento e a quebra de preconceitos.

Muitos não compreendem a mediunidade como algo natural, inerente ao ser.

Para sentir o dom mediúnico é necessário a mudança de paradigmas e o abandono de crenças limitantes, que por si só, anulam quaisquer possibilidades de novos conhecimentos e práticas.

Para a prática mediúnica, o primeiro passo é o aquietamento da mente inferior, para que venham à tona outras sensações e sentidos.

Abrir os canais mediúnicos requer disposição, boa vontade, estudo e acima de tudo transformação interior.

As pessoas estão envolvidas, em grande parte, por um véu energético que impede o processo de integração mediúnica.

É fundamental o questionamento, não do novo e do que vai além de nossas limitações, mas o questionamento de nós mesmos, de nossos valores.

Teimar em não aceitar o que nos fere os antigos padrões que até então sustentaram nossa personalidade, é uma defesa primária do corpo emocional. É uma barreira inicial a ser transposta em qualquer processo de mudança e aprendizado.

Apenas acreditar não basta para acessar os sentidos sutis.

Você pode dizer que acredita ser médium, mas para sentir seu dom você terá que percorrer o caminho que lhe levará às outras dimensões.

Ir de encontro à espiritualidade é como alçar voo para a liberdade.

O autoconhecimento é a chave mestra do entendimento mediúnico.

Saber distinguir qual o pensamento que é próprio de sua mente e qual o pensamento que lhe é sugerido por outros seres; perceber as sensações de seu corpo energético e físico; sentir a energia que emana ao seu redor.

A mediunidade traz até hoje, entre muitos céticos, o estigma de ser chamada de bruxaria, no sentido pejorativo da palavra.

O médium ostensivo, que possui mediunidade em alto grau, é visto com desconfiança.

Como no período em que viveu o espírito de Joana DArc, grande médium morta e queimada na fogueira, sob acusação de bruxaria; ainda trazemos o fantasma da época da Inquisição em nossas entranhas espirituais.

Resquícios da Igreja Católica que impedem a libertação das crenças sobre o bem e o mal, castigo e redenção.

O espiritismo que muito contribuiu para extirpar os preconceitos e a ignorância espiritual, também traz em seus bastidores, a desvalorização da mediunidade, caindo nas rédeas do preconceito.

Tratando o médium ostensivo como um pecador a pagar seus castigos através da tarefa mediúnica, a doutrina tende a perdê-los, cada vez mais.

A mediunidade precisa ser encarada não apenas no contexto religioso. Não deixando de lado a importância do desenvolvimento mediúnico pautado na renovação interior, tem que se ir mais adiante.

Mediunidade ou bruxaria, como queiram, é um dom divino que trazemos para a vida terrena e que nos conecta ao mundo de onde partimos e para onde retornaremos com a morte física.

Conhecer a si mesmo e viver plenamente através da transformação alquímica que ocorre a cada reencarnação é o nosso propósito de vida.


Através do entendimento mediúnico se trilha o caminho rumo ao conhecimento integral do ser que interage, quase sempre inconsciente, em tantas dimensões além da matéria.

Namastê