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domingo, 17 de março de 2024

A Terapia não traz felicidade , ela coloca você em crise, a crise do crescimento!

crise do crescimento psicologia

Viver é uma experiência dinâmica e que nos coloca em aprendizado contínuo. Uma criança cresce com as adversidades e nosso espírito é como tal.

Temos a oportunidade do livre arbítrio que nos concede a sabedoria. Não há outro caminho saudável para o crescimento, se não pelas crises.

Temos uma tendência infantil ao comodismo e a vida não nos permite que continuemos assim. 

quarta-feira, 6 de março de 2024

Cuidado com a psiquiatrização da vida!

 

cuidados com medicamentos

A medicina psiquiátrica é uma especialidade que tem preza basicamente pelo diagnóstico e tratamento medicamentoso dos transtornos mentais e comportamentais por via da medicação alopática.

 

Dr. Guido Arturo Palomba, um dos mais notáveis psiquiatras forenses do Brasil, acredita que, infelizmente, estamos vivendo sob a égide da medicalização excessiva, o que ele chama de psiquiatrização de vida. 

 

Ele diz que se dá antidepressivo para tudo. Parar de fumar, engordar, emagrecer, para criança, adulto, idoso, para tensão pré-menstrual Ele considera é um absurdo., disse ele em palestra da APM, Associação Paulista de Medicina, em 2017.

 

Abordando o tema “A História da Loucura, da Antiguidade aos Dias Atuais” o psiquiatra lembra que na antiguidade as pessoas com transtornos mentais e comportamentais, os ditos loucos, eram tidos como possuídos pelo demônio, isso até a Idade Média.

 

Depois desse período, passaram a ficar presos junto com prostitutas, doentes venéreos e criminosos comuns, dada a falta de adequação com a sociedade.

 

Por fim, atualmente, como ele mesmo nota, estamos diante da decadência da psiquiatria, em seu modo de olhar o paciente.

 

quarta-feira, 11 de novembro de 2020

Normose, enfermidade que causa ansiedade, depressão e outros sintomas


Ser ou não ser normal é um julgamento, uma referência que se apoia em crenças e valores, que trazem uma noção de limite. Cada sociedade se apoia em determinadas regras de conduta e postura, diferentes, segundo sua cultura. Por exemplo, é normal, em nossa cultura, o consumo de carne bovina. Na Índia, o bovino é sagrado e perambula pelas ruas, com todo o respeito.
Diferenças culturais, religiosas e diferentes paradigmas. Cada qual defendendo a sua verdade.
O que é unânime, diz respeito à prisão sufocante que vivemos, em defesa das verdades relativas que carregamos e o quanto nos esforçamos para sermos considerados pessoas "normais", impondo-nos uma série de valores e regras de vida. Temos que assumir determinados comportamentos para sermos aceitos na sociedade. 

sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Médium e Empata, chega de sofrer com a energia dos outros!!!!



Você é médium, empata?
Chega de sofrer com a energia dos outros!!!!!



ORIENTAÇÃO E TERAPIA TRANSPESSOAL PARA MÉDIUNS E EMPATAS
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segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Obsessão Espiritual - Causas, sintomas e tratamento


Obsessão espiritual é a influência persistente e negativa que um ou mais espíritos podem exercer de forma dominante em uma pessoa, por meio de ideias fixas, perseguição, excitação dos sentidos, vampirismo.

Segundo o Espiritismo, as obsessões podem ser classificadas como:

Obsessão simples: ação inoportuna e desagradável, em que um Espírito se agarra à pessoa com tenacidade, causando mal-estar generalizado.

Fascinação: é uma ilusão produzida diretamente na mente do obsediado (ideias fixas, imagens hipnotizantes, mágoas, fantasias etc.). Nessa situação, o obsessor é ardiloso e hipócrita, simulando falsa virtude.

Subjugação: é uma constrição, moral ou física, que paralisa a vontade do que a sofre e o faz agir a seu mau grado.

(O livro dos Médiuns, XXIII/237-241)

A pessoa que sofre o processo obsessivo tem sua aura enfraquecida, sua energia sugada e está com seu campo aberto às influências espirituais. Os espíritos desencarnados que se dispõem a esta conduta, possuem uma energia densa e maléfica, capaz de minar o obsediado.

Podemos reconhecer uma obsessão espiritual em consultório diante de algumas posturas do paciente. No primeiro contato que faço, com a ficha de anamnese nas mãos e a entrevista, posso avaliar o estado espiritual do cliente. Normalmente, a pessoa que sofre de uma obsessão, tem uma resistência muito grande ao tratamento. A falta de aceitação e flexibilidade é notória. Isso ocorre devido à perturbação áurica que a impede de perceber algo além de seus próprios pensamentos, sentimentos e emoções repetitivos e alienados. A pessoa fica submetida ao padrão imposto por seu obsessor. Sintoniza-se a ele, inicialmente, por “simpatia”, uma afinidade vibratória ou carmática. Casos de depressão, transtornos ansiosos, bipolaridade, TOC e tantos outros desequilíbrios psicológicos são muitas vezes fortalecidos por obsessões espirituais.

O espírito obsessor conhece o ponto fraco do espírito encarnado, apesar dele não demonstrar publicamente e em alguns casos nem ser consciente, suas inclinações menos felizes são facilmente reconhecidas em seu corpo astral.

Alguns espíritos desencarnados obsessores são membros de falanges, grupos espirituais com determinado fim e padrão vibratório. Tem um papel hierárquico dentro do grupo como, por exemplo, assediar uma pessoa com algum objetivo escuso. Desde aliciar novos membros até vinganças de vidas passadas.

Há obsediados que em outras vidas e na erraticidade estavam unidos a essas falanges e reencarnam com o intuito de se desvencilharem dessa sintonia grupal. Nesta vida são procurados e submetidos à perseguição. A Providência Divina permite, sem interferir, a influenciação como uma bênção redentora que fortalece o espírito contra seus desvios passados e aos poucos com sua reforma interior, há naturalmente o afastamento definitivo.

Espíritos com sede de vingança também buscam aquele que lhes fez “mal”, atormentando sua experiência terrena, podendo causar a loucura e suicídio.

Psicologicamente, a obsessão é uma neurose que se define por pensamentos ou ações repetitivas e compulsivas. Transtornos alimentares, vícios como o cigarro, o álcool e as drogas mais pesadas, são portas abertas para o vampirismo. Portanto, não se enganem, toda compulsão pode conter  uma obsessão espiritual.

Quantos espíritos circulam próximos à esfera terrena por manterem após a morte seus antigos apegos à matéria?

O viciado em crack, por exemplo, se não aceitar ajuda dos socorristas do espaço, provavelmente caíra em “terra” e se juntará as emanações fluídicas de outros viciados. Além disto, sua condição vibratória atrairá a mesma estirpe espiritual.

Gosto de citar o filme Ghost , com Patrick Swayze e Demi Moore, de 1990,  para descrever o ímã energético que une espíritos afins após a morte do corpo físico. Tem uma cena em que o vilão desencarna e, naquele momento, vários espíritos trevosos aparecem para levá-lo. Assim como, também,é muito interessante a união amorosa entre o casal principal. O filme mostra com simplicidade a questão da sintonia vibratória semelhante atraindo os espíritos com o mesmo padrão energético.

O obsediado é alguém que abre espaço energético e permite a influenciação, mesmo que inconsciente do fato. Não há como negar que os laços fluídicos que o mantém preso são provenientes de seu automatismo vivencial. Crenças que carrega sobre si e a vida, falta de autoamor, vitimização, egoísmo. Ilusões sobre a vida terrena, materialismo, falta de conexão com os amparadores espirituais.

Nem sempre existe um espírito obsessor atuando sobre a pessoa. Precisa ser observado que a influência obsessiva pode ser originada de construções energéticas plasmadas pela própria vítima e também por espíritos, denominados magos negros. Eles manipulam e se aproveitam dos corpos vitais, denominados de cascões, de recém-desencarnados acoplando-os na aura do obsediado. Formas-pensamento e miasmas também ganham vida e podem aderir ao campo áurico produzindo desgastes e doenças físicas e mentais.

A obsessão é sempre o resultado de um apego exagerado ao passado ou ao futuro. Ressentimentos que se fixam nos planos mental e emocional. Sentimentos de culpa e pouca autoestima. A carência afetiva e psicológica provocam dependência e vícios de toda a espécie. A “mania” de controlar e de perfeição, a preocupação exagerada com detalhes, também desencadeiam desequilíbrios no campo áurico.

Os arroubos de raiva, crises depressivas e ansiosas, perversão sexual e tantos outros ativadores da desarmonia energética e aproximação de espíritos sofredores que acabam se sintonizando ao padrão emocional e mental compulsivo e autodestrutivo.

Toda condição obsessiva revela certa falta de cuidados consigo mesmo. “Conhece-te a ti mesmo” e encontrará a causa.

Imersos no mar energético, nunca estaremos sozinhos. Podemos nos encontrar encouraçados em nossas crenças e sob as amarras do ego, mas jamais estaremos isolados. Estamos em constante interação com as forças análogas do universo espiritual.

Para evitar a obsessão ou se libertar de um processo obsessivo, temos em mãos alguns instrumentos que servem como remédio provisório e coadjuvante. Para o tratamento e prevenção, demanda-se o concurso de um terapeuta habilitado que possa agir nos planos mental e emocional do cliente concomitantemente ao plano astral do obsessor.

Sal grosso: fazer escalda-pés com sal  para “puxar” as negatividades;
Banho de limpeza com ervas (alecrim, arruda, alecrim, espada de São Jorge, manjericão, comigo-ninguém-pode e pimenteira);
Defumação ou incenso;
Conexão espiritual com os benfeitores espirituais, através da oração sincera;

A cura definitiva dependerá de um trabalho terapêutico de autoconhecimento e transformação interior. Mudanças profundas que possam remover do ser espiritual as nuvens da ilusão.

Pensamentos, sentimentos e emoções criam formas nos corpos sutis e refletem no corpo físico. Mudança de hábitos, abdicar de preconceitos, expandir a consciência para novos horizontes. Medidas necessárias para evitar e curar as obsessões espirituais.

Na vida diária, o espírito pratica sua transformação interior, liberta-se dos apegos e acolhe o amor incondicional.
Reflita se há algum sentimento que vem carregando como bagagem e que já se acostumou com ele. Tome consciência do quanto se pune, exigindo a perfeição em si mesmo. Reconheça os seus medos e inicie o enfrentamento com coragem amorosa e conectada ao Todo.


Se sofre porque perdeu alguém que amava, por estar doente, com problemas financeiros ou familiares, peço que pare neste momento para uma breve meditação:
  • Feche os olhos e visualize a energia da luz violeta cintilante, em forma de uma estrela brilhante;
  • A estrela penetra pelo alto de sua cabeça, jorrando sua luz por todos os lados;
  • Passando por todo o seu ser limpando e reequilibrando sua aura;
  • Pelos pés, a energia adentra as profundezas da terra levando suas negatividades que são dissipadas.
Não tenha medo dos espíritos que possam querer lhe assediar. Em meus atendimentos, quando há necessidade de desobsessão, ensino sempre que a energia do medo é o pior inimigo do obsediado.
Vibre amor pelo irmãozinho carente e afastado da luz e se houver uma brecha no coração dele para receber um pouco dessa energia benéfica, você estará lhe ajudando a despertar de seu estado doentio.

Se, ao contrário, ele for refratário, acabará se afastando por não estar em sintonia com a sua energia amorosa.

Para evitar os assédios espirituais, mantenha-se em comunhão com o Divino, abstenha-se dos vícios mentais que reforçam o julgamento, o preconceito, as negatividades. Esteja conectado com seu corpo e sua alma, ame-se e viva o aqui e agora.

Seja Amor!

Nadya Prem  

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Mediunidade e transtornos psicológicos



A mediunidade trata do sexto sentido que todos nós possuímos. Algumas pessoas são mais observadoras e sensíveis, que outras, entretanto, todos temos o mesmo potencial mediúnico. O médium é um gerador e receptor energético. A qualidade e intensidade mediúnica depende exclusivamente da observação, compreensão, condição e evolução do espírito
A dinâmica da parafisiologia mediúnica ocorre por meio dos chacras, que são centros psicoenergéticos, espalhados pelos corpos sutis. Eles reproduzem a condição espiritual em que nos encontramos, nossos pensamentos e sentimentos. Aparelhados aos corpos sutis, os chacras compõem a aura e cada médium os têm orquestrando sua mediunidade.
Médiuns desequilibrados são resultado de seus chacras desarmonizados, desafinados. Em geral, todos nós temos algum desequilíbrio nos chacras e, portanto, desequilíbrios mediúnicos.
Os chacras são movidos por pensamentos somados aos sentimentos que conduzem as emoções. Por isto, todos os transtornos psicológicos, de algum modo, induzem e agravam os desequilíbrios mediúnicos.
É uma cadeia sequencial de ocorrências, que partem da condição espiritual e resultam na saúde holística em médiuns equilibrados, chacras harmonizados e pessoas saudáveis.
Os chacras estão conectados aos receptores nervosos, denominados plexos nervosos, que são feixes de nervos do sistema nervoso, espalhados pela coluna, em pontos estratégicos. Todas as sensações mediúnicas são sentidas, invariavelmente, pelo sistema nervoso, no corpo físico, onde são interpretadas pela máquina humana.
Os chacras, portanto, servem à comunicação psicoenergética e extra-sensorial com ambientes, pessoas, espíritos e com todas as outras dimensões. Captam, assimilam e emanam as energias das multidimensões, inclusive da dimensão astral; dos pensamentos, sentimentos e emoções dos espíritos encarnados e desencarnados que orbitam nesse plano.
Toda energia que os chacras metabolizam é potencializada mediuniicamente pela afinidade vibracional, quando atraímos espíritos encarnados e desencarnados que estejam em sintonia conosco. O médium potencializa seus próprios medos, ressentimentos, tristezas ou bem-estar, amor e paz interior, de acordo com sua sintonia.
Para que haja sintonia entre médium e espírito, é necessário que os dois entrem na mesma frequência e quanto mais afinados, melhor a comunicação mediúnica. Por isto, nos trabalhos de canalização, de passes ou outro que demande a associação de espíritos encarnados e desencarnados, é necessário que se façam preces que elevem o padrão vibracional.
A intenção das orações e das práticas nos grupos mediúnicos é alterar a sintonia dos participantes, colocando-os na mesma frequência e potencializando o padrão vibracional. É fundamental muita seriedade, por parte dos médiuns, durante as reuniões de trabalho mediúnico, em que são recebidos espíritos sofredores, para que sejam amparados da melhor forma.
Da condição mediúnica, intenções do médium, surgem os problemas e agravamentos dos seus transtornos psicológicos e inclusive das doenças do corpo físico. Perceba que, o médium ao adentrar um grupo de trabalho, em que são levados, pelos benfeitores espirituais, grande número de espíritos desencarnados adoecidos em sofrimento, se não estiver em sintonia adequada, tenderá a sair do ambiente pior do que quando entrou.
Já ouvi muitos casos de médiuns e inclusive já tratei terapeuticamente, uma série de casos como acima citei. O médium, no momento em que entra num hospital espiritual, será afetado pela energia dos doentes e pode ser contaminado. Mesmo, considerando que há um trabalho severo de assepsia energética do ambiente, proporcionada pelos benfeitores espirituais, o médium precisa entender sua responsabilidade diante do grupo.
Além deste fator, o médium é um espírito em aprendizado e evolução e traz inconsciente, muitas vezes, um cabedal de fragilidades psicológicas que são facilmente acessadas na sintonia vibratória.
O médium de incorporação, por exemplo, é um canal para espíritos sofredores que se sintonizam com suas fragilidades, principalmente contidas e reprimidas por seu superego e aprisionadas no seu lado “sombra”.
Há infelizmente, uma grave confusão no tocante ao desenvolvimento e trabalho mediúnico, quando se parte do princípio que todo médium, detentor da sintomatologia da incorporação ou psicofonia, tenha que ir ao grupo mediúnico incorporar os espíritos sofredores.
Eu passei por alguns anos, trabalhando num centro espírita kardecista e, na hierarquia que seguem, todo médium de incorporação trabalha na desobsessão de espíritos sofredores. Acontece que, presenciei, muitos médiuns doentes, incorporando. É o mesmo que levar alguém com baixa imunidade e adoentado em um hospital visitar outros doentes e até trabalhar.
É uma incongruência considerar que a facilidade de incorporação se deve a uma obrigação mediúnica ou tarefa reencarnatória no ambiente religioso.
Toda mediunidade deve ser desenvolvida paralelamente e proporcionalmente a evolução espiritual como queiram os espíritas, ou pelo despertar da consciência, como denominamos na visão transpessoal.
Um doente precisa de amparo e tratamento e pode trabalhar fora do hospital, quem sabe na recepção. Quando uma pessoa com a mediunidade destrambelhada e totalmente “aberta” , começa a servir de canal aos espíritos tão desequilibrados quanto ela, é fato que ela tenderá a piora de sua condição.
Nas casas espíritas que emergem da seriedade sobre a espiritualidade e os trabalhos mediúnicos, sem considerar que seriedade seja sinônimo de rigidez ou dogmatismo, os médiuns harmonizam sua mediunidade por meio da “reforma íntima” a que são induzidos durante o curso de seu aprendizado.
Acontece que, muitas vezes, há uma prática de repressão que apenas esconde as tendências menos agradáveis e as qualidades naturais do ser animalizado, suas emoções menos dignificantes.
Somente o olhar despreconceituoso e integral sobre quem somos é que pode curar e desenvolver médiuns saudáveis. Lembrando-se que todos os transtornos psicológicos, advém de pensamentos e sentimentos conflitantes e falta de autoconhecimento.
A transformação e evolução do espírito humano tem que seguir um novo rumo, em que os frágeis limites dogmáticos e científicos possam ser dissolvidos e que se integrem no entendimento do ser dual.
A psicologia espiritualista e transpessoal, abarcam a mediunidade além das fronteiras religiosas ou materialistas, aceitando sem polarização, todos os conhecimentos que venham enriquecer a busca do ser pleno.


 Na mediunidade desequilibrada ou muito receptiva as emanações ao seu redor, o médium desavisado, associa-se com espíritos que se sintonizam com seu psiquismo. Ele potencializa seus pensamentos e sentimentos e confunde o que é seu com o que é emanado pelo espírito que se vinculou a ele.
Portanto, os pensamentos e sentimentos ditos “negativos” ou, melhor dizendo, mais densos energeticamente e de baixa frequência vibracional, atraem os espíritos da mesa categoria.  

Além da abstração dos pensamentos e sentimentos que são tratados a cada encontro transpessoal entre buscador e terapeuta.Tratar e manter a saúde energética dos chacras é essencial na terapia transpessoal e acompanha a psicoterapia, como recurso indispensável, na abordagem terapêutica.  

Seja amor!

Para orientação e terapia envie um email para nadyarsprado@gmail.com

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Perturbações do sono? Conheça as causas espirituais


É muito ruim ficar rolando de um lado para o outro na cama, sem conseguir pegar no sono. Olhar no relógio e ver o tempo passar, a madrugada chegar e, quando o cansaço toma conta, já é hora de acordar. Ter pesadelos recorrentes e mal-estar geral no momento de dormir...

Ter um sono tranquilo depende de uma série de fatores. Cuidados com o corpo, com a mente e com o espírito, possibilitam uma boa noite de sono. Dicas de como mudar hábitos alimentares e rotina diária podem ajudar a regularizá-lo e são medidas essenciais que refletem na saúde como um todo.
Algumas causas conhecidas que provocam o desequilíbrio do sono são: apneia, depressão, ansiedade, estresse, ambiente com muito barulho, luz excessiva, cafeína, álcool e outras drogas.

A insônia se caracteriza por dificuldade de iniciar e manter o sono durante a noite ou o despertar antes do horário desejado, podendo se tornar crônica e debilitante para quem sofre do transtorno. Provoca alterações do humor, de memória, dificulta o aprendizado, raciocínio e pensamento, prejudicando também a saúde física.

No âmbito da dimensão física, buscar a alimentação saudável, as atividades físicas, o contato com a natureza e os momentos de lazer, são recomendações pertinentes para ajudar trazer o sono tranquilo.

No plano mental, é preciso diminuir os níveis de estresse e o excesso de estímulos. A prática meditativa é um aliado eficaz contra a insônia causada por condicionamentos mentais. Reconhecer pensamentos e sentimentos que possam estar alterando o ritmo normal do sono, criando conflitos e distúrbios.
Porém, além das causas acima, o sono depende de fatores energéticos e espirituais.
Algumas pessoas se deitam e o sono não vem, sem nenhuma explicação... Existe um impedimento, uma interferência energética.

A glândula pineal ou epífise é responsável, entre outras coisas, pela produção de melatonina, hormônio que regula o ciclo do sono. Sua produção ocorre e se acelera com a falta de luminosidade. No processo de interferências espirituais e energéticas, a glândula é afetada, porque é por ela que se recebe os estímulos astrais. Constituída por cristais de apatita, funciona como uma antena que capta as sensações sutis.

Na esfera espiritual, a glândula pineal é considerada o centro de comunicação mediúnico.

Existem vários estudos e pesquisas científicas sobre a pineal. Podemos citar, entre tantos, o Dr. Sergio Felipe de Oliveira que acredita na conexão direta entre a glândula e as dimensões sutis.

No caso da perturbação do sono, proveniente da dinâmica entre a pineal e a dimensão espiritual, podemos dizer que, quando há uma influência de um espírito, a produção de melatonina é alterada. Sua fisiologia e parafisiologia se desequilibram devido a aproximação. Se há uma obsessão, o médium sofrerá uma série de distúrbios.

Pode sentir mais sono em momentos impróprios e durante à noite, ficar extremamente excitado por estímulos energéticos advindos da esfera sutil.

Quem não sentiu alguma vez, um medo terrível ao deitar para dormir?
Angústia sem explicação, tremores, calafrio... Uma sensação de estar quase dormindo e, de repente, um movimento brusco e involuntário do corpo rouba-lhe o sono e os olhos arregalam.

Barulhos estranhos, pesadelos que fazem acordar...
Além disso, quando dorme, acorda no outro dia com um extremo cansaço, sem energia... Esses sintomas se relacionam às interferências do plano astral, como presenças espirituais, desequilíbrios mediúnicos e, inclusive, reminiscências de vidas passadas.

Quando nos deitamos para dormir, inicia-se o processo natural de afrouxamento das sensações físicas e a ampliação dos sentidos sutis. Nosso espírito acorda e nosso corpo dorme.

O médium de desdobramento tem facilidade para se afastar do corpo físico, na interação com o plano espiritual. Os estados alterados de consciência, em algumas pessoas, ocorrem sem domínio do fenômeno e por falta de conhecimento, ficam amedrontadas e cada vez mais sensíveis.

Nos desequilíbrios como insônia, entre o estado de vigília e de sono, há uma perturbação, que impede o fluxo natural desse processo. Apesar do cansaço físico, nota-se um alto grau de ansiedade, irritabilidade e sintomas físicos incômodos. Por meio do sexto sentido, pode-se sentir a aproximação de forças energéticas sutis.

O campo áurico, alimentado por pensamentos, sentimentos e emoções, possui um padrão vibratório que reflete o estado espiritual do ser. Quando carregado de negatividades também produz sensações desagradáveis e alteração do metabolismo da pineal e de todo sistema endócrino. Envolvido em sua densa aura, o indivíduo sente dificuldade para se desdobrar do corpo físico de forma harmônica.
Atraindo as energias que se sintonizam a ele, sofrerá de obsessões causadas por sofredores que sintam afinidade por esse campo energético, ou por espíritos que vampirizam suas energias originadas dos vícios que sustenta em sua vida diária.
Traumas e distúrbios acometidos nesta e em outras vidas também podem causar problemas na hora de dormir.
Por isto, os desequilíbrios do sono devem ser observados e tratados de forma integral. A psicoterapia transpessoal é uma ótima aliada, porque traz uma visão ampliada e técnicas que tratam todos os níveis do transtorno: físico, energético, emocional, mental e espiritual.

Chega de sentir o mundo astral e não saber como lidar com o desconhecido, ser prejudicado por influências negativas de espíritos sofredores, sem ter a chance de se defender, por não saber o que fazer...
O corpo vital ou etérico, é um corpo sutil, molde do corpo físico e está intimamente relacionado a todos os sintomas mencionados. Por meio da aura e dos chacras, recebemos as impressões do plano astral. Os distúrbios nesse sistema psicoenergético resultam em desequilíbrios de toda espécie e aqui mais particularmente, no metabolismo e a qualidade do sono.

Se você está sofrendo deste mal, sua qualidade de vida deve estar bastante prejudicada. O sono tranquilo é essencial para renovar as energias do corpo, da mente e do espírito. Psicoogicamente o sono é uma válvula de escape para descarte do excesso mental  e para as repressões se manifestarem. Na dimensão espiritual, durante o sono, o espírito pode transitar livremente sem os impedimentos do corpo físico, trabalhar, estudar ou apenas ir ao encontro de lugares e pessoas afins. O espírito necessita desta liberdade parcial para sorver as energias espirituais que nutrem e o mantém saudável.

Seja Amor!



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sábado, 2 de dezembro de 2017

Como lidar com as perdas


O luto é um momento na vida da gente em que passamos pela perda. Não apenas quando perdemos uma pessoa querida que desencarna, mas todas as perdas significativas.

Elisabeth Kubler Ross em sua experiência com pacientes terminais identificou 5 fases do luto, as quais vivenciamos na perda:

  1. Negação
  2. Raiva
  3. Barganha
  4. Depressão
  5. Aceitação


Muito interessante notar quantas vezes já passamos por algumas dessas fases e o quanto podemos aprender sobre cada uma delas nesta perspectiva sobre o luto.

Vivemos sempre na expectativa e ela é a causa de nossas frustrações. Nem sempre as coisas são como desejamos e lidar com a impermanência da vida material é bem difícil, principalmente com a morte.

É tão óbvio o quanto negamos a morte na vida diária! Tentando driblar, buscando mecanismos de defesa e proteção. Para uma falsa sensação de segurança. A autopreservação e sobrevivência nos encaminha neste sentido. Porém, podemos olhar para a morte além da mente egoísta e de suas reações animalizadas.

A raiva significa a defesa insana contra algo que nos tira a segurança, a estabilidade, o conforto. Uma zona de perigo que nos faz reagir atacando. O medo do imprevisível e a dor provocam a raiva.

A barganha é a ilusão de que podemos negociar a morte, tratando de fazer promessas, buscando a religião e outras medidas desesperadas. Não apenas com a morte, mas com tudo o que não queremos perder, de alguma forma, procuramos uma saída da situação que nos causa tanto sofrimento.

A depressão é o sentimento que nos coloca em introspecção para assimilar a perda e que deve nos levar finalmente a razão e a aceitação.

Quando estacionamos em uma das fases anteriores a aceitação, não finalizamos o processo do luto, que deve ser compreendido como um ciclo necessário e natural. Vivenciar o luto é um mal necessário, um ritual de amadurecimento e entendimento.

Se você perceber que estagnou em uma das fases e ainda não chegou à aceitação, é hora de deixar ir, desapegar, entregar.
Confie na Natureza e em seus ciclos que ensinam que nada morre, tudo se transforma.



Shiva o Deus hindu, o grande transformador, representa a morte e o renascimento. Ele é responsável por nos ensinar o desapego, a morte do ego e das ilusões que nos prende ao sofrimento.

                                                              OM NAMAH SHIVAYA



O mantra de saudação a Shiva nos conecta ao amor divino e incondicional, ajudando a libertação do ego e a aceitação.




Namastê!




quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Por que a mente adoece?


As pessoas estão cada vez mais estressadas, sofrendo de transtornos psicológicos que as tornam reativas, perdendo a capacidade de percepção de si mesmas e do mundo a sua volta.

Ninguém tem mais paciência com nada, vivendo com a cabeça no dia de amanhã e nas fixações do passado. O comportamento alienado numa mente doentia, leva cada um de nós ao estado de vazio e sofrimento.

Eu já me senti assim, com tanta informação em minhas mãos e sem tempo para assimilar tudo, olhando apenas para a capa dos livros, para o título, sem conseguir parar e entrar em contato com o conteúdo.
É isto que tem ocorrido na internet, nas mídias sociais, na vida... Ninguém mais tem tempo para o conteúdo. Já ouvi muitas pessoas dizerem que compram livros mas não os leem. É assim que estamos vivendo, ou melhor, não estamos vivendo. Estamos deixando a vida passar...

Nada é experimentado verdadeiramente e por isto nos sentimos vazios. Relacionamentos fúteis na internet, sem qualidade, sem profundidade. Uma vida rasa, na qual estamos deixando o livro da nossa história em branco, quando não conseguimos sair da mente. Ficamos preocupados com o final, com os resultados e deixamos de viver o presente.

Por causa do medo do amanhã e do excesso de apego, desenvolvemos os transtornos psicológicos de toda espécie, porque estamos vivendo na mente, uma vida ilusória, irreal.
Para sair de qualquer transtorno psicológico, tem que começar a sair da mente. Parar de deixar que ela domine e enlouqueça você.

São pequenos momentos que deixamos de curtir, porque passamos a achar que quantidade é mais importante que qualidade, inventando uma vida sem aprimoramento.
Eu já vi na internet um cara que resume as histórias dos livros para quem quiser. E a vida de cada um de nós também está cada vez mais resumida a um grande nada...

Se estamos nesta jornada terrena e não por acaso, seja espiritualista ou não, o que temos a aprender é que temos que experimentar o mundo e isto tem que acontecer aqui e agora. Os relacionamentos são o nosso maior tesouro. Na vida profissional, amorosa, familiar, não importa qual setor, temos que conviver e escrever uma história, que é a nossa vida.

Como alguém pode ser pleno, ter uma vida satisfatória se está preso à mente?
Ela é reativa, é como um arquivo pronto, cheio de memórias , que utilizamos para responder aos relacionamentos.

O uso excessivo que fazemos da mente e a prioridade que damos a ela, como dominante em nosso ser, provoca os desequilíbrios mentais. Esquecemos de nos conectar com o corpo e com os nossos sentimentos.

Se você parar agora por alguns instantes e se conectar com as outras partes de seu ser, você se surpreenderá com o que irá encontrar, perceber e experimentar. Mas, provavelmente, você terá uma pequena chance de conseguir esse contato, porque sua mente não o deixa em paz.
Você precisa aprender a fazer isto, a sair do domínio da mente. Aí sim, você estará se curando e  também curando a sua mente, que está esgotada.

Eu convido você a entrar em contato com o seu ser integral. O seu corpo, seus sentimentos, suas emoções, sua energia e também a espiritualidade que vai além de qualquer cunho religioso. A espiritualidade pura, essencial.

As pessoas estão buscando resultados e tomam medicamentos que as transformam em zumbis, mortos-vivos. Elas acreditam que estão fazendo a coisa certa porque elas seguem o que a mente delas diz o tempo todo para elas: "Eu sou você, eu sei o que é bom para você..."

A mente doente pode ser curada, quando ela deixa de dominar o seu ser e passa a estar direcionada por ele.

Namastê

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segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Espíritos presos em algum lugar do passado...


Quantas vidas já vivemos e amores que perdemos?
Conflitos, dramas, experiências que desenham a nossa vida atual.

Cada um de nós guarda na aura espiritual suas vivências... Moldando sua condição espiritual, seu tom vibratório, numa melodia que o representa. Emoções que trazemos e que nos movem em nossas escolhas no presente.

Quantos de nós estamos presos ao passado?
Sem cosciência de quanto nos deixamos levar pelas experiências que já se foram, repetindo os mesmos erros, os mesmos padrões emocionais. Afastando-nos da felicidade, de uma vida mais plena.
Como mudar a frequência vibratória e alterar a melodia?

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Como curar Ansiedade e Depressão?




Não vou expor aqui a visão da psicologia ocidental sobre o assunto, já bastante explorada. Sabemos que ansiedade e depressão são consideradas transtornos psicológicos quando extrapolam as medidas da normalidade. 

Quais são os parâmetros para tanto?

Medir o grau de ansiedade ou de depressão é bem relativo. Depende de cada situação, de cada pessoa e de características particulares de cada caso. O pior erro é o rótulo. 

Não se pode generalizar ou banalizar qualquer situação de estresse ou de apatia como sintomas de transtornos psicológicos. Muito menos querer resolver todo o problema com a medicalização.

terça-feira, 15 de dezembro de 2015


         O CAMINHO DA CURA




ORIENTAÇÃO TRANSPESSOAL







A Orientação e Terapia Transpessoal é recomendada para o tratamento de transtornos psicológicos e desequilíbrios físicos/energéticos, com abordagem holística, integral.

Síndrome do pânico, TOC, ansiiedade, depressão, transtorno bipolar, esquizofrenia, alergias, asma e outros problemas respiratórios, doenças autoimunes, artrites, artroses, fibromialgia, hipertensão, diabetes, câncer, disfunções endócrinas, obesidade, vícios.


A Terapia Transpessoal não substitui tratamento médico!


sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Depressão, desarmonia do espírito

Depressão, desarmonia do espírito
Todos nós, em alguns momentos, já nos sentimos assim, desanimados, sem vontade para nada, com uma tristeza bem lá no fundo de nossa alma...
Como um dia nublado, com garoa e sem cor. O coração fica meio apertado e a respiração superficial, alternada por suspiros.
Alteração de humor, desordens do sono, fadiga exagerada e dores no corpo, mudança de apetite, perda ou ganho de peso, pouca concentração, pensamentos negativos são os sintomas e nuances da depressão, que sorrateira nos envolve como uma nuvem pesada.
Pode ter ocorrido algum problema capaz de nos tirar o sossego. Um sentimento de perda, algo que queríamos muito e que não foi possível acontecer. Uma frustração com a qual temos que aprender a lidar.
Ninguém gosta de perder, mas às vezes lutamos por algo que não nos serve. É como querer de qualquer jeito calçar um número menor que os pés. Não tem o sapato que nos cabe e a gente fica insistindo, querendo saciar o desejo incontido.
A frustração é um remédio amargo que cura os mimos do ego.

Sabe aquela criança que ficou batendo os pés e gritando porque a mãe não comprou o brinquedo da vitrine?
É mais ou menos assim...
Ficamos deprimidos, mas, normalmente, isso passa e a gente se levanta!
Porém, quando a criança não quer entender e a mãe não toma as rédeas da situação, aí a depressão vem e não vai mais embora.
A gente chora até ficar sem ar e cansa... Fica cansado de tudo, porque jogamos nossa energia pela janela, com muita raiva e ficamos sem nenhuma energia para a vida.
O transtorno de depressão acontece quando há um declínio energético muito grande. A energia dos pulmões e do coração são afetados pela depressão, gerando deficiência de Qi – energia.

A depressão é acalentada por mágoas, ressentimentos e, principalmente, pela não aceitação de ocorrências passadas.
A frustração é o resultado das expectativas que temos diante de situações e pessoas, que não são correspondidas.
Uma relação de amor desfeita, um emprego perdido, a morte de um ente querido, a doença que chega sem aviso prévio... Estes e outros fatores que estão fora do nosso controle e que não dependem apenas de nosso empenho.
Ficar deprimido vez ou outra é natural. É um processo importante para a interiorização. Fechamos as portas para balanço. Entrando em contato com seu íntimo, fazendo reflexões, aquietando. Um aprendizado que nos concede sabedoria, quando assimilado.

Contudo, tem gente que fica mais tempo do que o necessário atolada em sua dor.
O transtorno de depressão altera o sistema endócrino e a liberação dos hormônios do prazer. O espírito desanimado, ou seja, sem vontade para a vida, vai perdendo sua energia, alterando seu fluxo, provocando os sintomas.
Sempre por meio dos chacras, o desequilíbrio se instala no corpo vital, até alcançar o corpo físico.

A depressão é um sintoma de desarmonia espiritual. Ela pode estar intimamente relacionada a outras vidas e a obsessões espirituais.
Quando averiguamos que não há um motivo significativo, na vida atual do cliente, capaz de ativar o gatilho, partimos para as causas espirituais e de vidas passadas.

O espírito em vidas pregressas pode ter sofrido uma grande desilusão que, não bem resolvida, traz para a sua encarnação atual.
Temos vários exemplos de espíritos que obcecados pela paixão, seja por bens materiais, poder ou por alguém em especial, ao desencarnarem, sofrem lamentavelmente.
Não aceitam sua condição, pelo apego exagerado que trazem da vida terrena e reencarnam com o karma de aprender a lidar com a frustração pela aceitação e o desapego.

Outros, no cotidiano de suas vidas passadas, criaram karmas negativos, por atitudes impensadas, subjugados pelo egoísmo, que resultaram em o ódio e perseguição por parte de inimigos obsessores. O espírito depressivo luta contra as adversidades e não compreende que seu excesso de negatividade diante da vida é ocasionado por sua teimosia em continuar sofrendo pelo passado, seja consciente ou não do fato.
Ele não quer virar a página, é orgulhoso e está preso à sua infantil insatisfação.
Para sair desse estado de negatividade e desânimo espiritual, ele precisa abandonar o passado e compreender que é sua responsabilidade mudar sua vida.

O ser depressivo pode culpar o outro e o mundo, criando um drama, para qualquer ocasião, porque ele acredita que a sua felicidade não depende apenas dele.
Para sair da depressão, o primeiro passo é procurar ajuda.

Procurar Ajuda
Quando a depressão se torna crônica, passando a ser um transtorno psicobioenergético, é hora de deixar o orgulho de lado e buscar ajuda. Como Terapeuta Transpessoal e Naturopata eu recomendo sempre a psicoterapia integral que possa abraçar também as dimensões energética e espiritual, além de acupuntura e outras técnicas orientais. No lugar da medicamentalização, a fitoterapia e a yogaterapia.
A depressão é como areia movediça, você precisa de uma corda e alguém que lhe auxilie a sair dessa situação.
O segundo passo é a aceitação.

Aceitação
Eu tinha um cliente que não entendia o significado de aceitação, confundido-o com conformismo. Por mais que conversássemos sobre o tema, ele insistia em problematizar e não escutar.
A aceitação é a compreensão de que nossos sentimentos nos pertencem. Ninguém é responsável por estarmos depressivos e infelizes. Perceber que não devemos criar expectativas sobre o futuro, em relação à atitude dos outros e sim nos tornarmos responsáveis por nosso comportamento, que pode mudar nossa vida e afetar positivamente o próximo e nossas relações interpessoais.
O conformismo é um estado de passividade sem consciência. É estar infeliz e se conformar com isso, mantendo-se na famosa zona de conforto.
O terceiro passo é deixar o passado.

Abandonar o Passado
O passado só existe em sua mente. O seu único momento real é o agora. Você precisa ensinar a sua criança mimada, cuidar dela como um adulto maduro e que conhece suas manhas.
O quarto passo é assumir a responsabilidade por sua felicidade.

Agir para a mudança
O principal agente da mudança é você mesmo. Sua história é seu compromisso. Sem pressa de chegar, vivendo seu aqui e agora. A responsabilidade de uma vida plena é sua!
E tenha muito cuidado, para não substituir a depressão pela ansiedade.
A depressão surge quando o “gás” da ansiedade acaba...

Seja Amor!
Eu sou Nadya Prado, terapeuta transpessoal e naturopata. Para agendar orientação e terapia  envie um e-mail para:

nadyaprado@uol.com.br


Para saber mais sobre transpessoal e meu trabalho acesse o blog: http://www.psicologiaesíritualista.blogspot.com.br

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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

FREQUÊNCIA VIBRATÓRIA X ESTADO DE ESPÍRITO


Tem dia que acordamos amuados, sem vontade de sair da cama., outras vezes somos inundados de ânimo e energia para a vida. Deprimidos ou ansiosos, vivemos  entre os extremos das emoções e dos sentimentos mais variados. Somos um complexo energético identificado pela frequência vibratória que representa nosso estado de espírito atual.



Estamos todos entrelaçados formando uma grande teia de relacionamentos e interdependência. Somos energia vibrando em diferentes tons e densidades. Das energias mais sutis e de frequência mais acelerada às energias mais pesadas e lentas, sofremos as influências das nuances energéticas ao nosso redor e interferimos no meio. 

O padrão vibratório de cada um, diz respeito a energia dominante que acolhemos em nosso ser.
Comparando-nos a um violão, os pensamentos, sentimentos e emoções alimentados por nossas crenças e valores,  tensionam as cordas que vibram e emitem sons. A música que repercute é a melodia que nos identifica. 

Esta condição é consequência de experiências vividas  que se cristalizam nos corpos sutis emocional e mental.  Repetimos comportamentos e temos reações emocionais que refletem o nosso padrão energético.

O estado de espírito representa a frequência vibratória que alcançamos e que nos sintoniza com a vida e nos define o dia a dia.
Estar ansioso, deprimido, feliz, triste... Tudo dependerá da frequência e sintonia. Atraímos como imã a realidade material a partir de nossa vibração.

As dificuldades pelas quais passamos, doenças, problemas profissional, familiar e social, são o resultado da frequência vibratória a qual estamos submetidos inconscientemente e que nos torna vulneráveis às situações que se repetem, questões que parecem sem solução.  Criamos as nossas relações com o e meio e com os outros, de acordo com nosso estado de espírito.

Para alterarmos seja o que for, em nossa vida, precisamos mudar a nossa frequência, da mesma maneira que mudamos de uma estação de rádio para outra. Estamos arraigados aos antigos hábitos, que trazemos de longa data, de outras vidas. 

Estamos em constante aprendizado e evolução. Encontramos em nossas inter-relações tudo aquilo que necessitamos ao nosso autoconhecimento e transformação interior. O que temos  no mundo é o reflexo de nós mesmos e de nossa frequência vibratória.

Interagindo com o ambiente percebemos as ondas de energia circundantes que nos tocam. Absorvemos ou nos tornamos refratários às variadas vibrações, conforme nosso padrão energético. Algumas pessoas são mais abertas às influências externas negativas e as acumulam em sua aura fragilizada. Outras têm o corpo psicobioenergético em frequência adequada para a vivência terrena, seus chacras mais fechados e protegidos, em harmonia com o conjunto vibracional do planeta, não se ressentem tanto da convivência com a  aura coletiva.

Estamos lutando diariamente contra essas emanações fluídicas e por isso mesmo, oscilamos tanto o nosso humor. Quanto mais sensíveis, mais suscetíveis. Por isso, devemos estar atentos aos pensamentos, sentimentos e conduta que adotamos.

Na prática diária da vida podemos estabelecer novos vínculos energéticos, alterando nossa frequência, pouco a pouco. Criando uma nova realidade a partir de nosso mundo interior.

Reencarnamos com ligações fluídicas com o passado e temos como tarefa melhorarmos nossa conexão com o amor incondicional e a luz. Acelerando a vibração interna e auxiliando positivamente a energia da coletividade.

Quanto se sentir deprimido e sem vontade para a vida, relembre seu compromisso com esta encarnação, com o nosso planeta e com o Todo. Una-se ao Criador por meio da oração sincera e suas energias serão renovadas pelo contato com a energia cósmica universal.

Não há necessidade de religião, mas de conexão com sua natureza divina. Perceba a luz que lhe acompanha. O milagre da vida é seu presente e a prova de que tudo tem significado.

Seja Amor! 

Nadya Prado

Técnica Naturopata e Terapeuta Transpessoal

Atendimento online : Envie e-mail para nadyaprado@uol.com.br e consulte terapias e valores

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Depressão e Reencarnação

 Depressão X Reencarnação

Você já sentiu desânimo, vontade de ficar na cama, uma tristeza sem motivo lhe tirando o bem-estar?

Acredito que todos nós, um dia, já nos sentimos assim e, muita gente está presa atualmente aos sintomas da depressão, sem saber o que fazer.

Não se assuste se esses sintomas vem lhe tirando o sossego,   eles podem estar relacionados com vivências passadas e fazem parte de nosso processo evolutivo. Porém, temos que nos conscientizar dessa questão para que saibamos como agir diante da depressão e como nos libertarmos dessa sensação de apatia e má vontade conosco e com a vida à nossa volta.

Às vezes passamos por problemas que nos atingem de tal forma que nos tornamos depressivos. Quando isso acontece e não temos força para sairmos desse estado, que passa a  ser uma rotina na vida, o estado depressivo se transforma num transtorno.

Estar depressivo, em alguns momentos, faz parte de nosso crescimento e vivência. Conduz-nos à reflexão e interiorização necessárias ao entendimento de nós mesmos.

A continuidade do estado depressivo e seu agravamento ocorrem quando não possuímos recursos para driblar com criatividade as adversidades da vida.

É como dar a volta por cima ou atravessar uma ponte, isto é, passar pelo desânimo e ir em frente para novas experiências.

A depressão é resultado da desilusão. Estamos aqui aprendendo a viver em harmonia com a vida e com as contrariedades que são um caminho de oportunidades para a evolução espiritual.

Mas, por que algumas pessoas passam por problemas com muita assertividade e tolerância e outras parecem nunca estar satisfeitas? Passam a vida reclamando, depressivas e doentes, mesmo tendo ótimas oportunidades à sua frente. São pessoas que trazem um excesso de negativismo e se deixam abalar por todas as situações adversas. Não possuem flexibilidade e são rabugentas.

As diferenças entre as pessoas, a conduta mental e emocional, ultrapassam os limites desta vida. Somos resultado de várias vivências encarnatórias. Nascemos, renascemos e trazemos à tona nossas sombras por meio de cada nova encarnação.

Segundo Jung não somos uma “tábua rasa” como Freud acreditava. Freud defende que uma criança começa a formar seu ego a partir do nascimento. Jung, pelo contrário, afirma no seu livro Tipos Psicológicos: A disposição individual é já um fator na infância; é inata e não pode ser adquirida durante o curso da vida.
No olhar transpessoal espiritualista, o transtorno de depressão, quando não justificado por um problema desta vida, tem suas raízes  em vidas passadas. Vivemos há milênios acumulando egoísmo. Quem de nós se considera imune das vicissitudes do ego?

Orgulho, ganância e poder dominaram a humanidade em seu roteiro evolutivo e ainda continuam imperando como erva daninha que precisa ser extirpada pela raiz. O sofrimento continua sendo o remédio amargo que escolhemos para a cura.

Levados pelo egoísmo, não sabemos como lidar com a frustração. Querer que a vida seja do nosso jeito, que tudo seja como planejado, criando expectativas e ilusões. 

Quando desencarnamos, percebemos o quanto desperdiçamos as oportunidades do caminho. Os bens materiais não nos acompanham. Deixamos de amar incondicionalmente e nos apegamos aos objetos de nosso desejo, que não nos acompanham quando a morte chega.

No mundo astral, o espírito acorda de suas ilusões.  Muitos continuam vivendo próximos à matéria, apegados ao que deixaram. Outros não reconhecem sua nova condição. Assim caminham como doentes e sofredores. Alguns reagem com raiva e com instinto de vingança.

A desilusão, com o desencarne, pode tornar o espírito inconformado com seu estado atual, desapontado com sua situação, não aceitando as coisas como são.

Nos labirintos do ego, o espírito se perdeu na esperança de ter seus caprichos atendidos. Entretanto quando a morte do corpo físico lhe desvenda os mistérios da vida espiritual, ele se vê surpreendido por sua real condição vibratória. Nesse momento se inicia o sofrimento reeducativo da depressão.

Em uma próxima encarnação, o espírito terá a oportunidade de resgatar o equilíbrio mental e emocional por meio de experiências que o forcem a aceitar humildemente a si mesmo e a vida sem devaneios. Enquanto ele não expandir sua consciência, que o libertará das amarras do egoísmo, as situações adversas lhe acompanharão.

Por isso, tantas pessoas atualmente passam pelo transtorno de depressão. Vaga tristeza que burila a alma em seu processo reeducativo.

Aos poucos, o ego vai perdendo seu império, derrotado pelo sofrimento. Contempla-se um novo sentido para a vida, por meio do amor a si e ao outro. Assumir nossa dualidade, que nos impulsiona ao crescimento. Reconhecer as sombras que ainda são necessárias para compreendermos nossa luz.

Uma vela acesa durante a luz do dia não servirá para diluir as trevas. Porém, na escuridão de uma noite sem luar, a pequena vela reconhecerá sua chama abrasadora e luminosa.

Sejamos sinceros sem autopiedade. Somos responsáveis por nossa situação atual e temos o potencial para alterar nosso estado de espírito.

Aquietando a personalidade reativa e resmungona, façamos brilhar a essência luminosa que nos habita e, que é essa vela acesa em nossa estrada.

Observe a si mesmo, perceba seus pensamentos, seus sentimentos e tome consciência dos seus enganos. Então mude sua atitude diariamente, em cada momento que surgir a oportunidade para fazer diferente. Guarde a certeza que nossa vida não termina com a morte e não se iniciou no ventre materno. 

Viemos e voltaremos para nossa casa espiritual. Então sejamos cuidadosos com a bagagem que iremos levar quando retornarmos.

Chega de acumular ilusões! 

Deixar o orgulho de lado e preencher todo o vazio com a centelha da humildade que mantém a chama acesa.
 
Seja Amor!
Eu sou Nadya Prem, sou terapeuta transpessoal e Naturopata. Para agendar consulta presencial ou à distância envie um e-mail para:  nadyaprado@uol.com.br
 

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Depressão X Obsessão Espiritual



Muito se fala na atualidade sobre a depressão como uma patologia.

Tristeza, cansaço, apatia, choro sem motivo, distúrbios do sono, falta de vontade, autoestima baixa, sensação de vazio existencial e o famoso “baixo-astral”, são considerados os principais sintomas de depressão.

Antes de tudo, é fundamental diferenciar  o estado depressivo passageiro e natural em nossas experiências de vida e o transtorno depressivo.