Mostrando postagens com marcador espírito. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador espírito. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 21 de abril de 2021

10 SINTOMAS DE MEDIUNIDADE OSTENSIVA


Imagine agora que esteja confortavelmente em meio à natureza, sentado num local tranquilo, escutando o som dos pássaros, sentindo o sol acariciando sua pele, apreciando a deslumbrante paisagem de matizes variados. As sensações são tão agradáveis que você expressa em sua fisionomia a suavidade do momento, com um sorriso sereno. Inspirando profundamente, você solta um suspiro de agradecimento e cantarola uma canção que lhe toca o coração.

Os cinco sentidos nos colocam em contato com a vida terrena. Você está se comunicando com o ambiente e com todas as coisas. Seu corpo e sua mente sentem e reagem aos estímulos externos. Assim lhes servem seus cinco sentidos. Mas não é só isto que sentimos. Existe algo mais, um sexto sentido que nos leva além.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

O espírito nasce velho e morre criança...




Se você ainda não assistiu, eu recomendo que veja O Curioso Caso de Benjamin Button, conto de F. Scott Fitzgerald. Ele traz a história do personagem Benjamin, que nasce com a aparência e doenças de um velho e, com o tempo, vai rejuvenescendo, até se tornar um bebezinho.  O desenvolvimento psicológico acontece naturalmente, apesar do corpo de um velho, seu aprendizado cognitivo ocorre como em uma criança e após se tornar um adulto, ele começa a retroceder, até alcançar a pré-adolescência e adquirir os primeiros sinais de demência ou esquecimento de si mesmo.

O conto nos leva a uma série de reflexões sobre o tempo e nosso desenvolvimento psicológico e físico. Aqui proponho as observações que faço apoiadas na dimensão transpessoal, a qual me dedico.
A criança tem como característica, natural, um corpo bastante flexível e, aos poucos, atingindo a maturidade, começa a envelhecer fisicamente, perdendo sua agilidade, mais ou menos, dependendo de como ela vive. Psicologicamente o processo é parecido em alguns aspectos e diferente em outros. Sabemos que o nosso modo de pensar e agir influenciam em nossa longevidade, na saúde mental e física.

Quando o bebê nasce, ele é completamente solto de imposições do ego e com o tempo vai sendo moldado pela convivência com o meio. Esta personificação acontece segundo padrões externos que são internalizados e identificam uma pessoa, um indivíduo.

No âmbito transpessoal e da psicologia do corpo, entendemos que a mente e as emoções se corporificam e durante o processo de personificação, o adulto, quase sempre, vai ficando muito rígido, amparado por limites estreitos de seu entendimento sobre si. As couraças são criadas no decorrer de sua vivência e ele perde sua percepção de interação com o Todo e o seu imenso potencial. O Todo se refere ao conjunto das manifestações de vida do universo com a qual estamos entrelaçados.

Jung compreende que, após o amadurecimento psicológico, nos meandros do ego, iniciamos a fase da metanóia, da mudança, do clímax da dominação egoica , começamos o caminho de reencontro com o self, entendendo por self como a nossa essência não personificada.

Agora, levando em consideração que somos uma essência espiritual e já vivemos várias vidas terrenas, podemos dizer que nosso espírito velho, renasce num corpo novo. E analisando o filme por este ângulo, não parece tão insensato que um homem nascesse velho, rígido e doente, tornando-se dia a dia como uma criança saudável e flexível, sempre pronta a transformação.

O tempo, na jornada terrena, ensina que vivemos ciclos e que tudo se transforma. A ilusão de que morremos e que a velhice é o começo do fim, não condiz com nossa condição de espíritos eternos. A Natureza nos leva na velhice a admitirmos nossa pequenez diante da sua grandiosidade e a necessidade de nos curvarmos a ela.

O dia e a noite têm como glorioso ensinamento de que nada acaba e que tudo se renova. As interpretações que fazemos sobre todas as coisas, a vida, a morte, o tempo, o corpo e a mente, levam-nos para o  melhor ou o pior.

Os preconceitos arraigados sobre ser criança e ser adulto, têm nos feito infelizes, muitas vezes, ao acreditarmos que ser adulto é ser duro, rígido, sofrido e cheio de experiências dolorosas. Esta é a mensagem que tem enviado ao seu mundo interior, sua mente e seu corpo?
Reconecte-se com a sua postura de criança, que traz a mente e o corpo despertos, para a interação com algo maior, com o Todo.  

A vida terrena é uma experiência de transformação e renovação, onde deixamos para traz o homem velho, rígido e doente e assumimos a criança pronta a novos aprendizados evolutivos. Quem sabe, no conto do curioso caso de Benjamim, o mais curioso seja a nossa estreita visão sobre a vida?

Criamos a realidade a partir do que consideramos como real, em nosso infinito imaginário coletivo, que podado pela síndrome da adultice, impede-nos de sermos felizes, sendo condenados ao domínio da pouca criatividade do ser individual personificado e encouraçado.

Namastê, seja amor!
Nadya Prem

Orientação e |terapia transpesssoal
informe e valores nadyarsprado@gmail.com


segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

O Caminho do Despertar Espiritual - Entrai Pela Porta Estreita!




"Entrai pela porta estreita, porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que leva à perdição, e muitos são os que entram por ela. Que estreita é a porta, e que apertado o caminho que leva para a vida, e quão poucos são os que acertam com ela!"  (Mateus, VII: 13-14)
 
 
Percebo que muita gente anda oferecendo o caminho da “porta larga” para atrair a atenção dos corações aflitos e famintos de amor, saúde e abundância.
São tantas fórmulas mágicas, orações poderosas, terapias milagrosas...

Eu vejo um mundo de expectativas frustrantes, porque não é aí fora que iremos encontrar nossa felicidade.

Nenhuma mandinga pode, simplesmente, alterar todo o curso de sua vida.
Nossa vida é resultado de todo o passado que vivemos, desta e de outras encarnações.


Temos aquele tal de karma, lembra disso? Ah... Mas, andam dizendo por aí que nós podemos queimar todo nosso karma, assim, da noite para o dia!
Gente, vamos despertar?


Precisamos compreender alguns pontos importantes. Ninguém vira anjo assim, num passe de mágica... Tudo requer nosso próprio esforço e entendimento.


Não estou dizendo que não sejamos iluminados, que não tenhamos o princípio Divino em cada um de nós e que estejamos aqui para sofrer.
Acontece que ninguém está aqui encarnado para “curtir” uma temporada de férias.


A vida é laboratório do espírito. Nascemos e renascemos, como manifestação de Deus.
Estamos aqui para aprender através de nossos erros. A transformação interior se faz aos poucos. Em pequenas doses, assim como na homeopatia...

A luz repentina pode cegar!
O tempo é relativo. A eternidade nos pertence.


Nós precisamos do ego, da sombra, da doença, para compreender o Budha, a luz e a saúde.


E o que é o karma?
Ele é o resultado de cada ação que cometemos desde a nossa criação até hoje.
A lei da ação e reação é imutável.


Criamos karmas bons ou ruins. Então, para não termos mais que reencarnar, teríamos que parar de agir. A inação não é uma possibilidade para o encarnado.
Como não criar karma? Como não nos submetermos à lei da causa e efeito?
Bem, ao estarmos atentos às nossas atitudes, vamos aos poucos aprendendo a criar apenas bons karmas e ao mesmo tempo vamos vivenciando os resgates que resultaram do mal uso de nossas outras vivências.

Tomar consciência de nós mesmos, de nossas ações repetitivas e viciosas. Reconhecer as emoções que nos dilaceram o ser.


A transformação ocorrerá com a aceitação de nós mesmos, com a vivência e o expurgo das reminiscências passadas, com o cultivo dos sentimentos sublimes que traduzem o amor incondicional.


Veja, não é  tão fácil, assim, como dizem por aí...


O egocentrismo ainda impera entre todos nós, sem exceção!


Ele é o principal obstáculo para a compreensão das manifestações do espírito. O ego é o princípio da individualidade ( Ahankara) e gera no homem o desejo (kama), o ódio, a raiva (kodha), a ambição (lobha), o apego (moha), o orgulho (mada), a malevolência, o ciúme, a inveja (matsarya).


Se você disser que não carrega nenhum desses atributos, desculpe-me! Então você está no lugar errado!


Para não mais reencarnar, é necessário atingir o grau evolutivo do plano mental superior, que é o somatório de todo o aprendizado realizado através das encarnações sucessivas e do aprendizado através do ego.


O corpo mental superior é o corpo sutil que se constrói pouco a pouco a cada encarnação.


O estado de saúde ou doença, de amor ou ódio, de escassez o abundância, dependerão da visão e atitude corretas.


O Nobre Caminho Óctuplo, ensinamento de Buddha, é o “milagre” que todos buscam:


Compreensão correta, pensamento correto, fala correta, ação correta, meio de vida correto, esforço correto, atenção correta e concentração correta.
Mas, o que é correto?


Compreender as quatro nobres verdades. A vida é sofrimento porque nela há o apego. O apego é resultado da ignorância. Para cessar o sofrimento precisamos desenvolver o amor incondicional que nos afasta do ego.

Puxa vida... Que caminho cheio de pedras...

Sigamos pelo caminho do meio, nem tanto ao céu, nem tanto a terra! O caminho do meio une os opostos e nos torna Um.

É o caminho que adentramos pela porta estreita!



Salve!

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Por que não lembramos das vidas passadas?


Uma dúvida que tanta gente traz sobre as reencarnações é o porquê de não lembrarmos naturalmente de nossas vidas passadas.
Será que ajudaria, em nossa vida atual, termos consciência de quem fomos no passado?
Tudo depende do quanto cada um está preparado ou não, pronto ou refratário a assumir e incorporar outra identidade em si.

quarta-feira, 29 de março de 2017

Você vive no passado, presente ou futuro?


O tempo nos guia e seguimos os ciclos terrenos. Dividimos nossas vivências em passado, presente e futuro, como em uma régua demarcada. De algum modo ele nos serve como parâmetro, por meio do qual fazemos nossos planos e avaliamos resultados. Entretanto, temos grande dificuldade na interação entre o nosso espírito imortal e a impermanência da vida material. 

O espírito não está condicionado ao tempo, já a existência no corpo físico é temporária. Às vezes estamos no passado, outras no futuro e em raras ocasiões no presente. Sofremos repetindo experiências de ontem e que permanecem vivas na mente ou ficamos atormentados com as expectativas futuras, agarrando-nos a elas. A mente presa ao tempo impede a visão integral.

Quando um astronauta viaja pelo espaço e alcança alta velocidade, o tempo para ele passa mais devagar. O tempo é relativo e muda conforme a velocidade em que nos deslocamos no espaço. Segundo os teóricos da física, se atingíssemos a velocidade da luz, o tempo pararia.

E por que não dizer que somos luz e podemos parar o tempo? Podemos ultrapassar a barreira temporal, adentrando outras dimensões. Afinal, é um complexo de luz e sombras que definem o nossa forma humana atual. 

A física quântica evidencia que, a nível subatômico, substâncias sólidas contêm um enorme “vazio”. Um espaço vazio que coloquei entre aspas, porque no suposto nada, há energia, ainda não identificada pela ciência, a qual compreende os nossos corpos sutis. 

A mente humana pode viajar no tempo, retroceder ou antever, mas não deve estacionar em uma parte ou outra. O corpo mental não está atrelado às imposições do mundo físico. Cada um de nós tem a capacidade inata de ir para o passado ou para o futuro com os pensamentos.

A consciência que abrange o espírito é atemporal e não-local. A régua do tempo é uma limitação do corpo. Já no plano da mente, os pensamentos são tão reais que quase o tocamos com as mãos. Tanto que, o corpo acompanha o fluxo mental. Ele reage aos impulsos mentais e mesmo que estejam no passado, ele os vivencia. O espírito é livre para viver além do tempo e do espaço, enquanto o corpo precisa se submeter às raízes que tem com a terra. 

Temos que encontrar o ponto de equilíbrio entre os dois mundos para uma vida plena e saudável. A maioria das pessoas vive em discordância com sua Natureza terrena e não se apropria de sua essência espiritual imortal. A mente não caminha com o corpo e pouco se conecta ao espírito. E quantas vezes o corpo está aqui, a mente num outro lugar e o espírito desconectado? 

A falta de alinhamento produz uma série de deficiências e desequilíbrios, gerando as doenças, tanto físicas quanto mentais. Temos que nos harmonizar com o espírito eterno e o corpo físico, lidando com uma mente capaz de uni-los. Para isto, é fundamental viver o presente, sentindo-nos parte de um complexo unificado, no qual o tempo perde sua primazia. 

O poder que a mente exerce sobre o corpo e o espírito é muito grande. A benção da reencarnação é necessária ao espírito, para que ele se liberte do domínio mental inferior. O esquecimento de suas vidas pregressas o ajuda a experimentar o aqui e agora num novo corpo físico. 

As mentes muito preocupadas ou ressentidas são as mais rígidas. Vivem no passado ou no futuro e alienadas, esquecem o presente. Há falta de fluidez do corpo e da vida, proporcionada por um padrão mental que impede a vivência no agora. Daí a razão de tanta infelicidade, sofrimento e desilusão. 

Observe se você está vivenddo no passado, no presente ou no futuro. Avalie o quanto sua mente é acometida pela falta de integração com seu corpo e seu espírito. Quanto mais você puder viver o presente, mais fácil será realizar os seus sonhos e transformar o passado por meio da experiência consciente no hoje, obtendo os resultado futuros que almeja.

Somos seres atemporais e alocais, temos o passado, o presente e o futuro como uma unidade inseparável. A mente é a prova deste potencial. Mas, se nos focamos apenas numa parte do tempo ou na outra, deixamos de viver a plenitude do presente que é a chave que nos liberta da prisão temporal. 

O presente é eterno. Ele é o elo perdido entre os tempos passado e futuro, que a mente inferior cindiu, tirando-nos temporariamente da condição de seres imortais. 

PRÁTICA DE MEDITAÇÃO AQUI E AGORA 

1. Sente-se confortavelmente, mantendo a coluna e a cabeça eretas. 

2. Feche os olhos e leve sua atenção para a respiração. 

3. Observe seu fluxo respiratório.

4. Enquanto tenta observar sua respiração, sofrerá as distrações advindas dos ruídos, incômodos no corpo e principalmente dos pensamentos.

5. Sempre que perceber que se distraiu, volte naturalmente a se focar em seu fluxo respiratório. 

6. Apenas observe a sua mente e o seu ser no aqui e agora. Não faça julgamentos ou críticas. 

7. Pratique pelo menos por 10 minutos ao dia. 

Namastê

Para atendimento Orientação e Terapia Transpessoal online particular: agendamento e valores envie e-mail para nadyaprado@uol.com.br

Para saber mais sobre Transpessoal e Nadya Prem acesse o blog http://www.psicologiaespiritualista.blogspot.com.br

Cuta a página no facebook: http://www.facebook.com/despertariluminado

segunda-feira, 18 de julho de 2016

CORPO E ESPÍRITO, INSTINTO E INTUIÇÃO



Somos ensinados a reprimir as expressões corporais e o nosso lado mais selvagem e instintivo, assim, como também, muitos negam sua essência espiritual, a intuição e o sexto sentido. Inibindo e estagnando as manifestações mais puras do corpo e do espírito.

O instinto animal é tão importante quanto a intuição espiritual. Estas duas redes de comunicação, assimilação e canalização energética, são como fios condutores que nos alimentam e nos mantêm saudáveis e integrados a nossa natureza terrena e espiritual.
A naturalidade das manifestações instintivas e intuitivas são muitas vezes desprezadas no excesso mental e em meio às exigências sociais. Assume-se papeis que não são condizentes com a verdade do ser, através de representações de personagens fictícios.

Há alguns dias, estava assistindo um filme que retratava a época das danças das cortes europeias, na Idade Média. Fiquei reparando a falta de espontaneidade, nos passos rígidos e automatizados. A coreografia artificial e sem graça, com trajes que escondiam o corpo, perucas e muita cafonice. A imposição da cultura do pecado do corpo, da culpa e do castigo em detrimento da comunhão entre corpo e espírito. Desde então, perdemos o contato com nossa alma.

À medida que o Homem foi se autodenominando civilizado tornou-se um esboço medíocre de vivacidade. Temos até hoje, enraizadas as lembranças desses tempos de engano. A sociedade e as religiões padronizaram e engessaram a criatividade e a livre expressão.


sexta-feira, 6 de maio de 2016

Você sabe o que é Karma?



Veja quanta grandeza e harmonia há na Criação, sob o domínio do karma, que nada mais é que Deus em ação. Causa e efeito, sintonia e aprendizado. 

Karma é um termo de origem sânscrita e significa ação. Não é bom ou ruim e também não se trata de  crença ou invenção humana. É uma lei natural de causa e efeito, resultante da manifestação espiritual. Não podemos confundir o karma com doutrinas religiosas ou apegos conceituais. Não é exatamente uma lei do “retorno”, como alguns erradamente o nomeiam. Não é  um castigo ou julgamento de nossas ações, culpando ou absolvendo. 

domingo, 1 de março de 2015

A MEDIUNIDADE NA MULHER

A mediunidade na mulher

por Nadya Prem (Nadya Prado) - nadyaprado@uol.com.br


As mulheres têm uma presença mediúnica muito forte, partindo do princípio que a fisiologia feminina é por natureza receptiva.
Acalentando em seu útero a maternidade, o sexo feminino tem a graça da co-criação em seu corpo, o milagre da geração humana em seu ventre. Não diminuindo, logicamente, a importância do sexo masculino neste processo, pois sem a presença do espermatozóide isto não seria realizável. O companheirismo masculino é imprescindível no conteúdo energético formado como núcleo de amparo à nova vida.

O espírito para reencarnar é acoplado energeticamente à mãe e também ao pai. Sim, o pai é participante em todo o processo de crescimento do individuo na barriga da mãe.
Sabe aqueles pais que passam mal junto com a esposa na gravidez? É isto mesmo, o pai tem um cordão fluídico que o une ao filho.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

FREQUÊNCIA VIBRATÓRIA X ESTADO DE ESPÍRITO


Tem dia que acordamos amuados, sem vontade de sair da cama., outras vezes somos inundados de ânimo e energia para a vida. Deprimidos ou ansiosos, vivemos  entre os extremos das emoções e dos sentimentos mais variados. Somos um complexo energético identificado pela frequência vibratória que representa nosso estado de espírito atual.



Estamos todos entrelaçados formando uma grande teia de relacionamentos e interdependência. Somos energia vibrando em diferentes tons e densidades. Das energias mais sutis e de frequência mais acelerada às energias mais pesadas e lentas, sofremos as influências das nuances energéticas ao nosso redor e interferimos no meio. 

O padrão vibratório de cada um, diz respeito a energia dominante que acolhemos em nosso ser.
Comparando-nos a um violão, os pensamentos, sentimentos e emoções alimentados por nossas crenças e valores,  tensionam as cordas que vibram e emitem sons. A música que repercute é a melodia que nos identifica. 

Esta condição é consequência de experiências vividas  que se cristalizam nos corpos sutis emocional e mental.  Repetimos comportamentos e temos reações emocionais que refletem o nosso padrão energético.

O estado de espírito representa a frequência vibratória que alcançamos e que nos sintoniza com a vida e nos define o dia a dia.
Estar ansioso, deprimido, feliz, triste... Tudo dependerá da frequência e sintonia. Atraímos como imã a realidade material a partir de nossa vibração.

As dificuldades pelas quais passamos, doenças, problemas profissional, familiar e social, são o resultado da frequência vibratória a qual estamos submetidos inconscientemente e que nos torna vulneráveis às situações que se repetem, questões que parecem sem solução.  Criamos as nossas relações com o e meio e com os outros, de acordo com nosso estado de espírito.

Para alterarmos seja o que for, em nossa vida, precisamos mudar a nossa frequência, da mesma maneira que mudamos de uma estação de rádio para outra. Estamos arraigados aos antigos hábitos, que trazemos de longa data, de outras vidas. 

Estamos em constante aprendizado e evolução. Encontramos em nossas inter-relações tudo aquilo que necessitamos ao nosso autoconhecimento e transformação interior. O que temos  no mundo é o reflexo de nós mesmos e de nossa frequência vibratória.

Interagindo com o ambiente percebemos as ondas de energia circundantes que nos tocam. Absorvemos ou nos tornamos refratários às variadas vibrações, conforme nosso padrão energético. Algumas pessoas são mais abertas às influências externas negativas e as acumulam em sua aura fragilizada. Outras têm o corpo psicobioenergético em frequência adequada para a vivência terrena, seus chacras mais fechados e protegidos, em harmonia com o conjunto vibracional do planeta, não se ressentem tanto da convivência com a  aura coletiva.

Estamos lutando diariamente contra essas emanações fluídicas e por isso mesmo, oscilamos tanto o nosso humor. Quanto mais sensíveis, mais suscetíveis. Por isso, devemos estar atentos aos pensamentos, sentimentos e conduta que adotamos.

Na prática diária da vida podemos estabelecer novos vínculos energéticos, alterando nossa frequência, pouco a pouco. Criando uma nova realidade a partir de nosso mundo interior.

Reencarnamos com ligações fluídicas com o passado e temos como tarefa melhorarmos nossa conexão com o amor incondicional e a luz. Acelerando a vibração interna e auxiliando positivamente a energia da coletividade.

Quanto se sentir deprimido e sem vontade para a vida, relembre seu compromisso com esta encarnação, com o nosso planeta e com o Todo. Una-se ao Criador por meio da oração sincera e suas energias serão renovadas pelo contato com a energia cósmica universal.

Não há necessidade de religião, mas de conexão com sua natureza divina. Perceba a luz que lhe acompanha. O milagre da vida é seu presente e a prova de que tudo tem significado.

Seja Amor! 

Nadya Prado

Técnica Naturopata e Terapeuta Transpessoal

Atendimento online : Envie e-mail para nadyaprado@uol.com.br e consulte terapias e valores

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Como se Curar Praticando o Autoamor

As enfermidades do corpo e da mente incorporam, em grande parte, a falta de sintonia amorosa por si mesmo. O autoamor é um sentimento que une o nosso ser com o Todo.

“Amar ao próximo como a si mesmo”, é a máxima que o mestre Jesus nos trouxe como aprendizado e que resume o caminho do autoamor. Não há como amar ao próximo sem amar a si mesmo. Quem não sente amor por si, vive na energia do ego que julga, condena e culpa.


A vida fica muito vazia de significado quando não há amor em nosso olhar, em nossos pensamentos, em nossas atitudes. O convívio com o outro se torna frio e calculado.

O egoísmo como mestre de nossas vidas contamina pouco a pouco, o nosso ser. A sua energia é destrutiva porque separa o eu e o tu. A nossa visão se volta apenas a nós mesmos e perdemos a oportunidade de contemplar o mundo ao qual pertencemos. Seja o olhar para uma flor, seja o olhar para alguém que passa pela rua e que cruza nosso caminho. Nada é verdadeiramente contemplado com amorosidade.

Eu ouvi um comentário muito interessante, não me lembro de quem, falando sobre a insanidade humana egoísta que não sabe apreciar uma flor na natureza, sem tomá-la para si em um vaso.

Vemos no outro e no mundo tudo o que está em nós mesmos, em nosso inconsciente.

Não temos como sentir amor pelo outro sem antes sentirmos amor por nós mesmos. Não temos como nos libertar do ego se não nos conectarmos com nosso eu superior. Lembrando que o ego é uma pequena parte de nós, que foi construída como um rótulo. O eu superior é nosso conteúdo, que guarda a essência do amor incondicional.

O autoamor é um sentimento de completude conosco. Se sentimos medo, o nosso eu superior vem até nós de mansinho e nos abraça, trazendo confiança por nós mesmos e pela vida. Se sentimos raiva, o eu superior vem até nós e nos carrega no colo e nos leva para a Luz.

Quando caímos, nosso eu superior nos reergue e nos mostra como lapidar as pedras do caminho e torná-las instrumentos para nosso próprio benefício.

A completude interior acontece quando o ego é envolvido por seu oposto complementar, que se revela em nós e assim sentimos o autoamor. O ego convive com o eu superior e juntos nos aprimoram a evolução espiritual e o retorno ao self.

Você pode estar nesse momento se sentindo carente ou em depressão. Pode estar passando por um  momento difícil, uma doença, uma separação.

Como lidar com isso e se curar através do autoamor?

Sofremos muito porque nos punimos, sentimos culpa ou culpamos o outro. O desamor por nós é carregado de orgulho, medo e julgamento.

Orgulho porque não nos contentamos quando não fazemos tudo como achamos que deveríamos, não temos a humildade de assumirmos nossas falhas e aprendermos com os erros.

Medo porque somos orgulhosos e não admitimos errar. Tornamo-nos ansiosos por medo de nos frustrarmos e tentamos controlar todas as coisas, sem êxito.

Vítima ou culpado, qual papel lhe impede o autoamor?

A vítima sempre culpa o outro por suas mazelas enquanto o culpado pune a si mesmo.

Facetas do ego que não permite a presença do autoamor, sentimento representado pelo eu superior.

Procure perceber o que esse momento de desequilíbrio quer lhe ensinar. Todas as experiências que vivenciamos têm o objetivo de nos ensinar algo. Quando reconhecemos nosso erro e aprendemos com a lição, libertamo-nos do problema, seja qual for.

Vivenciamos a dualidade e toda doença e desequilíbrio têm seus opostos complementares, que são a saúde e o equilíbrio.

Saúde e equilíbrio são resultados de uma sintonia vibratória elevada, com  pensamentos, sentimentos e atitudes de autoamor.

Autoamor é sinônimo de humildade para aceitar a nós mesmos como somos, a vida e o outro como são, com a certeza de que tudo está em perfeita comunhão. Ter paciência e carinho consigo mesmo, sem disfarces, assumindo a dualidade que nos habita.

A caridade por si, a compreensão e o autoamor, são o caminho para a cura, porque possibilitarão  trazer à tona as causas até então desconhecidas desse estado de desarmonia.

Entre em contato com você mesmo. Procure um local tranquilo, coloque uma música suave, acenda um incenso e uma vela da cor que sua intuição pedir. Deixe no chão um recipiente com sal grosso e água. Ao seu lado coloque uma garrafa, ou jarra com água, fixando nela um papel com a palavra complementar ao que está sentindo. Por exemplo:

- Sente solidão? Escreva plenitude

- Sente tristeza? Escreva felicidade/alegria

- Sente medo? Escreva coragem

- Está doente? Escreva saúde

Medite por alguns minutos e permita que sua mente se acalme para que o eu superior se faça presente. Então, coloque em prática o autoamor e vibre para si o que escreveu naquele papel.

Não esqueça que a vibração do amor se faz no chacra Anahata o centro cardíaco, visualize a energia da luz rosa, pulsando o autoamor.


Peça para os benfeitores espirituais fluidificarem a água, agradeça  e depois pode tomá-la.



 Seja Amor!

Nadya Prem